terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Ativista LGBT é espancado por policiais civis em Belém

By: MARINOR BRITO: - 11:20

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Por Keila Rodrigues e Ádria Azevedo - Redação Pará Diversidade
A madrugada desta segunda-feira (16) foi palco de atos de desrespeito e brutalidade cometidos por policiais civis contra um militante dos direitos LGBT, em Belém. Beto Paes, membro do Grupo Homossexual do Pará (GHP) e coordenador de articulação política do Movimento LGBT do estado, foi humilhado, xingado, espancado e ameaçado quando saía do Bar Refúgio dos Anjos, point GLS mais conhecido como Bar da Ângela, no Bairro do Guamá.

Ao se posicionar para os policiais como um cidadão ciente dos seus direitos, porém sem proferir nenhum tipo de ofensa, Paes foi acusado de desacato à autoridade e levado para a delegacia no camburão da viatura policial, ao invés de no banco traseiro do veículo, mesmo sem oferecer nenhuma resistência à detenção. Durante o trajeto para a delegacia e ao longo do procedimento de registro da ocorrência, Beto foi agredido fisicamente, humilhado verbalmente por ser homossexual, privado de seus direitos a um tratamento digno por parte da autoridade policial e ameaçado pelos membros da corporação que o prenderam, os quais insinuavam que ele sofreria retaliações caso fizesse denúncia. Até mesmo a advogada acionada pela família do militante foi agredida e destratada por um policial visivelmente transtornado. O procedimento do registro foi protelado ao máximo, de modo que a grande imprensa, que havia sido acionada e se dirigido à delegacia, desistiu de esperar, impossibilitando o registro e ampla veiculação deste grave caso de violação dos direitos humanos em Belém.

Abaixo, segue o relato do ativista ao Pará Diversidade a respeito dos acontecimentos [AQUI]

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2 comentários:

Cavaleiro ED disse...

é esse tipo de politica de segurança pública que nós temos, a cara do estado disfarçadamente repressor e que não prepara seus agentes para nenhuma situação, a presença da policia nas ruas não traz segurança pra nenhum de nós, todos estamos sujeitos as frustrações desses tipos de "funcionários públicos"...

Thonny Hawany disse...

isso é o que se pode chamar de vergonhoso para a nossa nação. É preciso treinar o polícia que ainda é homofóbica e truculenta.Temos que ter os nomes deles, policiais, delegados e colocar todos eles nas redes sociais como torturadores. Eles podem até calar um vóz, mas nunca voz de 20 milhões de nós.

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