sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Paraenses recebem Prêmio João Canuto de Direitos Humanos

By: MARINOR BRITO: - 11:18

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A senadora Marinor Brito, líder do PSOL no senado federal, participou na quinta-feira (11), da solenidade de entrega do prêmio João Canuto de Direitos Humanos, na UFRJ, Rio de Janeiro.

Com destacada atuação na defesa dos direitos humanos no Brasil, a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), integra no parlamento brasileiro a Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal e é relatora da CPI do Tráfico Nacional e Internacional de Pessoas que vem realizando diligências por todo país, com o intuito de identificar rotas, tráfico interno e transnacional de pessoas, trabalho escravo, quadrilhas responsáveis pela exploração sexual de crianças e adolescentes e pelo tráfico de órgãos.

Na foto, abaixo, a senadora do PSOL com a advogada Mary Cohen/OAB-PA (Premiada) e as atrizes Letícia Sabatella e Dira Paes (MHuD), os padres Marcelo Rezende e Dom Luis Azcona (Premiado), Irmã Henriqueta Cavalcante e o ex-Senador José Nery (PSOL-PA).

O Prêmio João Canuto de Direitos Humanos é organizado pelo movimento Humanos Direitos (MHuD), Grupo de Pesquisa do Trabalho Escravo e Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NEPP-DH/UFRJ) e é concedido a personalidades que se destacaram na defesa dos direitos humanos no país.

Em 2011, foram oito personalidades premiadas, entre elas, os paraenses, Dom José Luís Azcona pela forte atuação contra a violação de direitos humanos no arquipélago da ilha do Marajó. Azcona é autor de várias denúncias sobre a situação alarmante de exploração sexual na região. E por isso, vem sofrendo ameaças de morte.

A outra premiada é Mary Lúcia Xavier Cohen, advogada, integra a Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, Comissão Estadual de Erradicação ao Trabalho Escravo e Comissão Justiça e Paz e da CNBB Norte 2. Mary Cohen tem se destacado na defesa dos direitos humanos da população mais desfavorecida do Estado paraense.

O PRÊMIO JOÃO CANUTO DE DIREITOS HUMANOS foi criado em homenagem ao dirigente sindical, João Canuto, assassinado com 18 tiros, em 18 de dezembro de 1985, em Rio Maria, sul do Pará. Canuto foi perseguido e morto por lutar pela reforma agrária. Seu assassinato foi planejado por um grupo de fazendeiros do sul do Pará, entre eles Adilson Carvalho Laranjeira, fazendeiro e prefeito de Rio Maria na ocasião do assassinato e Vantuir Gonçalves de Paula.

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1 comentários:

Mary disse...

Querida Senadora,
Agradeço o carinho e o apoio ao trabalho dos defensores de direitos humanos. Apoio que nos honra por se tratar de uma parlamentar que a todos orgulha por se destacar como uma das vozes mais firmes na defesa da dignidade para todos!
Fraternalmente,
Mary Cohen

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